sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

अ Praçअ!


Chico Buarque foi muito feliz quando escreveu e compôs a musica a praça, numa simplicidade fenomenal, a musica descreve o que era uma praça do passado, compunha-se de flores com canteiros bem cuidados e arvores frondosas que durante o dia sombtravam os frequentadores nos dias de festas e comicios, durante a noite era o dormitório das aves migratórias no tempo do verão, no anoitecer era o ponto de encontro dos casais eternamente enamorados, e uma das praça que frequentei pelo menos um ano foi a praça São Pedro, na cidade de Galiléia, onde aquele povo conseguiu tirar um pedaçinho do meu coração e deixar dentro de mim uma saudade eterna, principalmente os pais dos meus amigos Fernando Antonio e Lupercio, que depois da missa passeavam pela praça como dois juvenis, embora tivessem muitos anos de casados. Poderia recordar muitas histórias, mais bonitas e emocionantes, mas vou falar da realidade das praças de hoje, para que os administradores devolvam as praças ao povo e este povo aprendamente novamente a valorizar o seu atrimônio, para que os bandidos deixem a praça, ara que os hospitais recebam os doentes e eles não fiquem na raça, para que haja bancos na raça, arvores e flores ara que os assaros voltem a gorjear na raça novamente, ara que o ioqueiro volte a fazer a alegria da praça, para que em dias especiais as bandinhas voltem a exibir os seus talentos musicais, que as praças de todo o Brasil voltem a ser cantada elos novos cancioneiros, que deixem de ser palco da criminalidade, mas palco da alegria.

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